Sobre mim

Sempre achei que o corpo falasse. Ele fala por meio de contenções, de gestos agitados, ele fala o que o falante não pretendia dizer, ele denuncia...
Além dos limites físicos, nosso corpo também nos avisa quando “passamos do limite”.
Freud nos ensinou que o corpo adoece, de várias formas, quando nos recusamos ou evitamos, sem perceber, fazer contato com partes da nossa personalidade ou historia de vida, que insistem em se fazer, novamente, presentes.
O que me encantou no método foi a possibilidade de juntar, numa só abordagem, a compreensão:
-
das dimensões comportamentais e inconscientes do nosso funcionamento;
-
do entrecruzamento entre os aspectos fenomênicos e sócio-culturais no desenvolvimento como, por exemplo, entre a expectativa genética para a sexualidade e a Identidade Sexual;
-
maior dinamismo nas sessões.